30 de dezembro de 2015

AOS MEMBROS E AMIGOS DA IBN PARAÍSO


OUTRA VEZ!

Outra vez!  Chegamos a mais um fim de ano, novamente aquela sensação  que o velho está ficando para traz e  o novo emergindo com força  trazendo as possibilidades de mudanças extraordinárias, todas estas sensações  nos fazem muito bem! A ideia do recomeço é uma benção. Mas não é isso que quero compartilhar com vocês neste instante, quero chama lós há uma reflexão sobre o que se passou conosco em dois mil e quinze, lembra-se do sermão dos dois últimos domingos do ano? Que tipo de arvore foi você? ouvimos   que todas as mudanças necessárias para rompermos em dois mil e dezesseis foram plantadas em nós em 2015,  se lembra das orientações de Deus para sua vida? Lembra-se das palavras ministradas pelos homens e mulheres de Deus que subiram ao púlpito. Durante os meses de maio e junho formos ministrados  sobre família: como ser uma família no altar de Deus, como ser um bom pai, boa mãe e bons filhos, se não houve mudanças a culpa não é da semente  semeada,  aprendemos por um mês que a semente é de altíssima qualidade, mas o terreno precisa estar a altura! Quantas sementes  deixamos os pássaros comer, porque não tiramos as pedras e os espinhos para que o que germinará não fossem queimadas e morressem, que bom que sua terra produziu conforme a vontade do Senhor chegando a produção de 100%. Ouvimos tantas palavras de consolos, exortações e promessas, das mais variadas para nossas vidas. Avançamos nos projetos da igreja, construímos nosso tão sonhado espaço “Koinonia”, fechamos o ano com um pouco de dificuldades, mas saímos no lucro pelo avanço.
Quero convoca-los para que neste ano que se inicia, você vista mais a camisa da IBN, contribua, participe, seja a diferença, elogie mais e critique menos, se compadeça, seja pacificador, ha quem digno de respeito, respeite, se digno de hora, honre.

Ah,  já ia  me esquecendo da crise! Crise. Que Crise? Como diz a propaganda do SBT de 2009, com CRISE SE CRESCE. Um feliz ano novo, cheio de realizações, é o desejo da família pastoral Prs. Adilson e Sandra para todos os membros e familiares da IBN Paraíso.   
Paraíso 28/12/2015              

13 de dezembro de 2015

Dez mandamentos para membros de igreja a respeito de seus pastores


  1. Não idolatre seu pastor. Não espere que ele seja capaz de fazer o que somente Deus pode fazer. Não o transforme  em um salvador.
  2. Não critique seu pastor, a não ser que ele se afaste da verdade, e sim assim p for, faça com lágrimas. E, por favor, não espere perfeição. Ele é um mero homem – um homem fraco e pecador, assim como você. O ofício dele é divino, mas sua pessoa é humana. Ele coloca diante de você tesouros em vasos terrenos. Se você não se lembrar disso, você gritará hosana hoje, e  crucifique o, amanhã.
  3. Não evite seu pastor. Vá até ele, conte-lhe suas necessidades, abra sua alma, mas não desperdice o tempo precioso dele. É sua obrigação e privilégio ir até ele com suas perguntas e problemas espirituais – e isso será para ele encorajamento e alegria.
  4. Ore pelo seu pastor. Ore por sua alma, para que ele possa ser guardado humilde e santo. Ore por seu corpo, para que ele possa ser mantido forte e poupado por muitos anos. Ore para que ele possa ser uma chama ardente e brilhante. Ore por seu ministério, que possa ser abundantemente abençoado. Ore por sua esposa, sua família, sua preparação de sermão, sua pregação, seu aconselhamento. Ore para que ele tenha um ministério pleno para que ele pregue plenamente.
  5. Seja um bom ouvinte e praticante dos sermões que seu pastor prega. Escute e obedeça a seu pastor. Na medida em que ele prega as Escrituras, receba-a como a própria Palavra de Deus. Lembre-se: ele é dom de Cristo para sua vida.
  6. Seja interessado em seu pastor. Não permita que toda conversa com ele foque apenas em você. Seja gentil. Demonstre interesse ele, por sua vida e a vida de sua família; ele também é humano e tem carências afetivas!
  7. Lembre-se de apreciar os pontos fortes de seu pastor e minimizar as fraquezas, sempre lembrando a si mesmo de que seu próximo pastor pode não ter os pontos fortes do seu pastor atual. Não compare pastores com outros, mas aprenda a apreciar cada pastor que Deus envia a você pelos dons peculiares que Deus deu a cada um.
  8. Veja além e acima do seu pastor. Olhe para Aquele que seu pastor expõe diante de você.
  9. Seja cooperador com seu pastor. Seja desprendido, colaborador e exalte a Cristo. Deseje humildade, sabedoria, paz, unidade – e adicione caridade.
  10. Mantenha uma perspectiva eterna sob o ministério de seu pastor. Peça a Deus que seu pastor possa dar um bom relatório sobre sua alma no Dia do Juízo. Lembre-se de que você não tem que prestar conta dos defeitos e pontos fortes no Dia dos dias, mas que você precisa prestar contas do que você fez com a palavra que o pastor te trará. Se agora você ainda não está salvo, veja o ministério dele como mais uma grande oportunidade que Deus está te dando de receber com mansidão Sua Palavra. Por meio do ministério pastoral, o Senhor está dizendo que Ele tem mais pessoas da sua igreja para serem reunidos em Sua colheita eterna – e por que não deveria ser você? Ó, que você conheça o dia de sua visitação estando sob o ministério de seu pastor!

Traduzido de.  http://www.joelbeeke.org/2015/10/ten-commandments-for-church-members-regarding-your-pastor/

29 de junho de 2015

Uma carta aberta aos pastores - sobre o casamento gay nos EUA

A Suprema Corte neste país [EUA] promulgou seu julgamento. As manchetes informam que um pouco mais da metade dos juízes da Suprema Corte consideram a liberdade de orientação sexual, um direito para todos os americanos. Esta troca de valores não aparece como uma surpresa para nós. Já sabemos que o deus deste século cega as mentes daqueles que não acreditam (2 Cor. 4:4). O dia 26 de junho de 2015 fica como um marco americano de demonstração desta antiga realidade.

Nos próximos dias, irão esperar de você, como um pastor, que forneça comentários sensatos e conforto para o seu rebanho. Este é um momento crítico para os pastores, e surge como um lembrete de que uma formação adequada é crucial para um pastor. Estou escrevendo esta mensagem curta como de um pastor para outro. Os meios de comunicação estão cheios de atualizações, e eu não preciso juntar a minha voz nessa briga. Em vez disso, eu quero ajudá-lo a pastorear sua igreja nesse momento confuso. Além dos artigos úteis no blog Preaching and Preachers, eu também quero transmitir os pensamentos abaixo que, creio eu, vão ajudar a enquadrar a questão de uma maneira bíblica.

1 – Nenhum tribunal humano tem a autoridade de redefinir o casamento, e o veredicto de ontem não muda a realidade do casamento que foi ordenado por Deus. Deus não foi derrotado nesta decisão, e todos os casamentos serão julgados de acordo com fundamentos bíblicos no Ultimo Dia. Nada irá prevalecer contra Ele (Provérbios 21:30) e nada vai impedir o avanço de Seu Reino (Dan 4:35).

2 – A Palavra de Deus pronunciou seu julgamento sobre toda nação que redefiniu o mal como o bem, a escuridão como a luz, e o amargo como o doce (Isaías 5:20). Como uma nação, os EUA continuam a colocar-se na mira do julgamento. Como proclamador da verdade, você é responsável por nunca comprometer estas questões. De todas as maneiras, você deve se manter firme.

3 – Esta decisão prova que estamos claramente em minoria, e que somos um povo separado (1 Pedro 2: 9-11; Tito 2:14). Como escrevi no livro “Why Government Can’t Save You”, as normas que moldaram a cultura ocidental e a sociedade americana deram lugar ao ateísmo prático e ao relativismo moral. Esta decisão simplesmente acelerou a taxa de declínio dos mesmos. A moralidade de um país nunca vai ser mais alta que a moralidade de seus cidadãos, e sabemos que a maioria dos americanos não têm uma cosmovisão bíblica.

4 – A liberdade religiosa não é prometida na Bíblia. Na América, a Igreja de Jesus Cristo tem desfrutado de uma liberdade sem precedentes. Isso está mudando, e a nova norma pode, na verdade, incluir a perseguição (o que será algo novo para nós). Nunca houve um momento mais importante para homens talentosos ajudarem a liderar a igreja ao lidar, de forma competente, com a espada do Espírito (Efésios 6:17).

5 – O casamento não é o campo de batalha final, e os nossos inimigos não são os homens e mulheres que procuram destruí-lo (2 Coríntios 10:4). O campo de batalha é o Evangelho. Tenha cuidado para não substituir a paciência, o amor e a oração por amargura, ódio, e política. A medida que você guiar cuidadosamente seu rebanho afastando-o das armadilhas perigosas que aparecem à frente, lembre-os do imenso poder do perdão por meio da cruz de Cristo.

6 – Romanos 1 identifica claramente a evidência da ira de Deus sobre uma nação: a imoralidade sexual seguida da imoralidade homossexual culminando em uma disposição mental reprovável. Esta etapa mais recente nos lembra que a ira de Deus veio na íntegra. Vemos agora mentes reprováveis em todos os níveis de liderança – no Supremo Tribunal Federal, na Presidência, nos gabinetes, na legislatura, na imprensa e cultura. Se o diagnóstico da nossa sociedade está de acordo com Romanos 1, então, também devemos seguir a receita encontrada em Romanos 1 – não devemos nos envergonhar do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação! Neste dia, é nosso dever divino fortalecer a igreja, as famílias, e testemunhar o evangelho ao tirar os absurdos pragmáticos que distraem a igreja de sua missão ordenada por Deus. Homossexuais (como todos os outros pecadores) necessitam ser avisados do juízo eterno iminente e precisam ter o perdão, a graça e a nova vida, amorosamente oferecidos através do arrependimento e da fé no Senhor Jesus Cristo.

Em última análise, a maior contribuição ao seu povo será a de mostrar paciência e uma confiança inabalável na soberania de Deus, no Senhorio de Jesus Cristo, e na autoridade das Escrituras. Mire seus olhos no Salvador, e lembre-os de que quando Ele voltar, tudo será corrigido.

Estamos orando para que você proclame firmemente a verdade, e que se posicione de maneira inabalável em Cristo.
***
Autor: John MacArthur
Fonte: The Master's Seminary 
Tradução: Olhai e Vivei

14 de abril de 2015

CUIDADO COM O FILME O CÉU É DE VERDADE!


CUIDADO COM O FILME O CÉU É DE VERDADE!
Acredito que o filme o céu é de verdade irá fazer sucesso no Brasil, eis a sinopse. Todd Burpo (Greg Kinnear) é o pastor de uma igreja em Nebraska, que conta com uma congregação bastante fiel. Casado com Sonja (Kelly Reilly), ele enfrenta uma situação complicada quando seu filho, Colton (Connor Corum), precisa ser operado às pressas devido a uma apendicite. Após se recuperar, o garoto diz ao pai que anjos vieram cantar para ele durante a operação. Todd pergunta mais sobre a experiência e fica espantado quando Colton lhe diz que viu situações que ocorreram quando o garoto não estava desperto. Convicto de que o filho visitou o paraíso, Todd passa a questionar sua própria fé naquilo que pregava até então.
Qualquer cristão conhecedor das escrituras irá perceber logo no inicio do filme que  a igreja do pastor Todd é totalmente despreparada bem como seu líder, isso se o filme retrata com fidelidade a vida igreja, os sermões do referido pastor é totalmente desprovido de conteúdo bíblico, ta mais para contos de Nárnia. O que faz com que a suposta experiência mística do garoto ser chocante para o “pai pastor” e para boa parte do povo. Em nenhum momento a experiência do garoto é examinada a luz das escrituras e se torna automaticamente a sensação do culto e o filme termina com uma alta dose de espiritismo.  Muito mais poderia ser dito
, o que escrevi é de  mínima observação.

Aconselho que o filme não vire uma febre entre os cristãos genuínos. 

Não indico como um filme cristão.

Em Cristo!


Pr. Adilson de Souza
Presidente da CBN-MG

Secção Vale do Aço

23 de agosto de 2013

Em que acreditam os "crentes" de hoje:


Em que acreditam os "crentes" de hoje: 

1. Maldição Hereditária.
2. Oração contraria (o que é isso?)
3. Objetos Místicos (água benta, sabonete ungido, tudo que da pra ungir e ganhar mistificação).
4. Homens especiais diante de Deus ( maior do que eles) Ungidão
5. Vivem debaixo da lei o tempo todo
6. Adoram... adoração (Adoração extravagante ...xiiiii..)
7. São ávidos por títulos
8. Amam barulho (sem o poder)
9. Tem asco por estudos Bíblicos ( tudo acontece com ele no dia do estudo)
10. Amam as coisas do diabo ( haja vista ocupar uma boa parte do tempo com ele)
11. Amam agouros.
12. São supersticiosos
13. Guardam a maioria das festas católicas (só muda o nome)
14. O mundo gospel é pretexto para amar o mundo (com suas baladas)
15. Cultuam anjos
16. Vivem de barganhas dom Deus.
17. São animistas
Falta muito aqui, mas por enquanto é só!
È hora de uma grande reforma espiritual na vida. Se você se identificou com alguma situação, abra teu coração confesse a Cristo e deixe. Volte e viva o Evangelho Puro e Simples e acharas descanso para tua alma. 
Paraíso - 23/08/2013

Pr. Adilson de Souza

21 de junho de 2012

A MORTE DO EVANGELHO E NO PÚLPITO


O púlpito sempre foi instrumento de Deus para alimentar seus filhos e ensiná-los a praticar Sua Palavra. A igreja sempre contou em seu rol de pregadores com homens muito capacitados que elevaram o padrão de exposição da Palavra e honraram a Cristo com pregações estritamente bíblicas e cristocêntricas. Milhares de homens se dobraram diante daqueles que assumiram seus púlpitos no poder do Espirito Santo e através de suas pregações trouxeram Deus para a ambiências eclesiástica, gerando muitas vezes o pavor e o temor de um encontro com o Criador face a face. Jonathan Edwards lia seus sermões à luz de velas e aqueles que o ouviam tremiam diante das suas mensagens. Charles Haddon Spurgeon ficou mais conhecido que o primeiro ministro inglês do seu tempo. A igreja moderna e principalmente a brasileira vem sofrendo com ausência e mesmo inadimplência de seus pregadores. Aqui não coloco todos no mesmo saco e faço sim diferença entre aqueles que ainda trabalham na arte da pregação e o fazem com esmero, zelo e prontidão. Parabenizo aqueles que se dedicam a tal tarefa com preparo, consciência e fidelidade à Palavra. Mas infelizmente vemos um número cada vez maior de pregadores totalmente despreparados e que aviltam a Palavra não a honrando como Palavra de Deus. Homens que aboliram os estudos sistemáticos e a leitura da Bíblia como referência de seus sermões. Hoje em dia o púlpito foi substituído em muitas igrejas e passou a ser o altar dos levitas e adoradores dos sacrifícios financeiros (doutrina das sementes de Mike Murdoke e seus correlatos) que tomaram conta do altar. Tem-se em consideração que o ato de servir no púlpito é para aquele que começa a falar qualquer coisa ou mesmo grita numa explosão de histeria. Gostaria de apontar algumas causas que levam à morte do e no púlpito no meio evangélico. Com certeza as causas aqui apontadas não têm a pretensão de serem finais e exaustivas, mas um incentivo para que outros estendam estes pensamentos. 1. Púlpitos Fracos Implicam em Fraca Espiritualidade Nos Membros das Igrejas. Não existe qualquer compatibilidade entre púlpitos fracos e uma igreja espiritualmente sadia. Ambos se excluem mutuamente. Uma igreja em que seus pregadores se mostram preparados e cheios do Espirito Santo são instrumentos poderosos de Deus para seu fortalecimento. Creio que um percentual elevado de igrejas esteja morrendo de inanição espiritual por lhes faltarem púlpitos fortes e comprometidos com a Palavra. Por mais que uma pregação se mostre espiritual e poderosa se for não cristocêntrica não passará de um metal que soa ou como o sino que tine. E. M. Bounds disse em seu livro Poder Através da Oração: “Pregadores mortos tiram de si sermões mortos e sermões mortos matam”. Precisamos resgatar o antigo conceito de Spurgeon que dizia que no púlpito os homens devem trovejar a Palavra de Deus e abalar a segurança dos acomodados. Quando um pastor subir para pregar em um púlpito a congregação deveria admirar e ansiar por estes momentos. Mas o que temos visto em vários locais são pastores que cumprem suas obrigações e sobem vazios em seus púlpitos e descem de lá murchos. Nossas igrejas precisam de reavivamento e este está intimamente ligado ao púlpito. Uma igreja quase nunca ultrapassará a estatura de seu pastor e púlpito. Louvores nunca substituirão a pregação da Palavra, mas a geração de hoje comprou a ideia que se houver louvor pode ficar sem a pregação da Palavra. 2. O Desprezo Pelo Preparo das Pregações. Há uma geração de pregadores que entende que pregar é somente subir a um púlpito e abrir a boca que Deus falará através deles, como se esforço em estudar e preparar um sermão fosse incompatível com unção do Espírito Santo. Como se o Espírito Santo não utilizasse o preparo como ferramenta em suas mãos. Mas a grande verdade é que encontramos um numero cada vez maior de pastores e pregadores que cultivam em alta escala a preguiça e se escondem atrás de uma pseudo-espiritualidade. John Stott usou uma ilustração para desmascarar essa preguiça e inadimplência nos púlpitos. Ele contou uma história de um superintendente de uma denominação que apareceu de repente em uma igreja. O pastor quando o viu foi até ele e disse o seguinte: “Eu fiz um voto de depender exclusivamente do Espirito Santo em minhas pregações e por isso deixei de preparar meus sermões como fazia tempos atrás. No meio do sermão o superintendente saiu da igreja. O pastor terminou rapidamente o sermão e foi atrás do seu superior e não o encontrou. Entrou no gabinete pastoral preocupado com o ocorrido e para sua surpresa encontrou um bilhete que dizia assim: Volte a preparar seus sermões eu o absolvo do seu voto”. Outro pregador gabava-se de gastar o mesmo tempo de deslocamento de sua casa até a igreja para preparar seus sermões. Ele morava nos fundos da igreja. Cansados de sermões pobres os diáconos juntamente com a diretoria da igreja compraram uma casa pastoral a 20 km da igreja. Nunca tivemos tantos livros traduzidos e produzidos no Brasil como hoje. Obras antes inacessíveis aos pastores hoje são entregue em suas casas pelos distribuidores. Mas tenho encontrado pouquíssimos pastores frequentando livrarias evangélicas aqui em Belo Horizonte. Tenho visto sim pastores totalmente desatualizados e descontextualizados, alheios às tendências teológicas. Alguns anos atrás perguntei a um pastor amigo quanto tempo fazia que ele havia lido o último livro de teologia. Ele me disse com grande tranquilidade que havia 29 anos que lera um livro de teologia. Como pregar com segurança se se desconhece os conceitos e definições de teologia? Não é raro encontramos pastores citando datas, eventos, nomes etc. erroneamente em seus sermões, pois não estudaram o suficiente. Isso se constitui em uma vergonha para a igreja. Pastor precisa conhecer o mínimo das línguas originais. Precisa possuir uma boa biblioteca onde encontrará material suficiente para preparar seus sermões. Precisa gerenciar melhor seu tempo para se dedicar às diversas leituras e principalmente à leitura da Palavra. Precisa praticar as disciplinas espirituais que o levarão mais perto do trono do Altíssimo, para que quando subir no púlpito de sua igreja ele seja boca de Deus. 3. Excesso de Pragmatismo. Há pouco escutei um pregador neopentecostal afirmar que em um culto uma pessoa endemoninhada correu para agredir alguém em que pregava. Ele não tinha como deter o agressor então disse: “Que haja uma muralha de fogo entre os dois”. Então o pretenso endemoninhado parou estático mediante sua fala. Ele concluiu dizendo: “Irmãos, não está na Bíblia, mas funciona”. Isso é pragmatismo elevado à enésima potência. Absurdo dos absurdos. Para muitos líderes se funciona deve ser bíblico e espiritual. Não importam se as praticas não encontram respaldo escriturístico. Não se incomodam se as praticas contradizem a Palavra de Deus. Já sacrificaram a Palavra no altar do pragmatismo há muito tempo. Mas a grande contradição é que pastores devem ser homens da Palavra. São Jerônimo, um grande doutor da Igreja, que dedicou uma parte da sua vida ao trabalho de revisar as traduções (latim) das Sagradas Escrituras. Ele era apaixonado pelas Sagradas Escrituras, e iluminado pelo Espírito Santo para efetivar este árduo serviço a Igreja e a humanidade, dizia: “Ignorar as Escrituras é ignorar Cristo!”. Creio que esta historia refere-se a Rui Barbosa. Rui Barbosa (um dos homens mais brilhantes do período inicial da Republica Brasileira) disse ao seu empregado: “Traga-me o livro!”. O rapaz foi e providenciou um dos livros de cabeceira do patrão, que logo interrompeu dizendo novamente: “não, esse não, traga-me o livro!”. Depois de uma e outra tentativa, o grande intelectual brasileiro teve de explicar: “Traga-me a Bíblia, pois os outros livros são livros, mas a Bíblia é o livro dos livros!”. Toda prática que não tiver seus alicerces na Palavra deverá ser expurgada de nosso meio. Não interessa se dá resultado ou não. Feriu a Palavra não deve encontrar apoio em nosso meio. Precisamos como pastores abandonar a prática espúria de pregamos sobre a Palavra e não pregarmos a Palavra. Precisamos como pastores enfatizarmos a Bíblia em nossas congregações, pois somente assim teremos uma igreja vigorosa e sadia para enfrentar essa onda avassaladora de heresias e idolatria que varre a igreja nos dias atuais. Quando falta pregação com unção do alto encontramos expressões chulas. Muitos pregadores dizem: “Quanto mais glória ai no meio do povo, mais a gloria do céu desce”. Nossos cultos estão impregnados de sensacionalismo e emocionalismo. Se não houver profecia estática o culto não foi benção e a igreja é muito fria. Se não tiver muito choro, arrepios e outras coisas mais Deus não se manifestou. Não estou dizendo que nossos cultos sejam desprovidos de sentimento e emoção, mas que essas coisas não podem constituir o centro do culto. Muitas vezes sairemos dos cultos com a sensação que precisamos confessar pecados, consertar relacionamentos e vivermos mais a Palavra. Creio firmemente que quando o Senhor se manifesta em uma de nossas reuniões dificilmente nos comportaremos como pedras de gelo. Antes pelo contrário, cada célula de nosso organismo será sacudida pela presença do Santo. 4. O Impasse Entre Pastor/Mestre e Pregador/Estrela. A principal função do pastor e instruir os membros de sua igreja na Palavra. Hoje encontramos astros e estrelas gospel fazendo do púlpito um picadeiro. Chamam mais atenção para si mais do que para a Palavra. São astros na constelação gospel. Nos dizeres de Spurgeon tais pregadores divertem bodes, mas não pastoreiam ovelhas. Fazem o povo rir e anunciam-lhes exatamente aquilo que querem ouvir. Afagam-lhes o ego e satisfazem seus desejos mundanos. Paulo nos diz que chegariam tempos onde os homens buscariam doutores conforme suas necessidades. Quando o pastor se apossa do púlpito e transmite a Palavra certamente causará espanto em muitos e perderá alguns membros de sua igreja, mas impactará as almas sedentas de Deus e lhes proporcionará água limpa e cristalina para suas sedes. O púlpito morre quando a Estrela sai de cena e entram as estrelas impondo sobre os cristãos seus carismas e suas pessoas. Quando se valoriza mais as reações sensoriais do que a Palavra então o sermão expositivo, que foi marca da igreja durante séculos, deixa de ser praticado e a igreja fica desnutrida e anêmica. Deus usa sua Palavra para salvar, dar crescimento e sustentar o homem. Nada, além disso. Pregador que muda o tom de voz para impressionar, que utiliza de visões de demônios para chamar atenção da congregação, que excita o povo a gritar e pular loucamente, é irresponsável e merece nosso desprezo. Instrução na Palavra sustentará a igreja na hora da angustia que está para chegar. O pastor/mestre será fundamental diante das anomalias que se aproximam. Feliz da igreja onde o dom de Pastor/Mestre se faz presente. Creio firmemente que púlpitos fortes e pregações e pastores bíblicos serão instrumentos de Deus, como sempre foram, para trazer a igreja de volta para o caminho de santidade e vida. 
Soli Deo Gloria 
Pr. Luiz Fernando R. de Souza

19 de junho de 2012

O CAMINHO

SERMÃO MINISTRADO NO PROGRAMA FÉ PARA VENCER DA IGREJA BATISTA NACIONAL SHALOM - RADIO ALTERNATIVA FM - 104.9 - DE BELO ORIENTE -MG